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Identidade

Ideologia central

Visão de Mundo

Território

Estrutura de Poder e Ordem Social

Economia e Recursos

Créditos

Cultura e Estilo de Vida

Tecnologia e a utilização de I.A.s

Força Militar e Defesas

Arsenal

Armamento

Armadura

Tático

Veículos

Exploração e Colonização

Natureza das Missões Externas

Reconhecimento e mapeamento de território

Identificação de reservas

Neutralização de ameaças

Estabelecimento de postos avançados

Avaliação e integração de comunidades

Recuperação de autômatos e I.A.s

Facções Internas

Relações Externas

Figuras Importantes

Eventos Históricos

Identidade
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IDENTIDADE

Ideologia central

O Império Lunaterra é uma sociedade altamente tecnocrática, hierárquica e militarizada, fundada sobre o domínio científico e sustentada pela ordem marcial. Aqueles que detêm o controle sobre conhecimento, produção e recursos formam as castas mais influentes.

O poder se estrutura a partir do domínio do conhecimento científico, da capacidade produtiva e do controle de recursos estratégicos. Aqueles que concentram esses elementos formam as castas mais influentes do Império. A vida cotidiana é meticulosamente planejada: funções sociais, carreiras, habilidades e até trajetórias pessoais são atribuídas conforme critérios de mérito, eficiência e utilidade coletiva. Disciplina, produtividade e um ideal de comportamento civilizado são constantemente reforçados como virtudes supremas.

Visao de Mundo 

Moldada à partir de uma fusão entre a antiga colônia lunar e a nova colônia estabelecida no planeta anos após o Impacto. Sua origem remonta a uma expedição multinacional formada por elites científicas, militares e econômicas que se refugiaram na Lua pouco antes da catástrofe. Vivendo ao longo de décadas em um ambiente artificial, fechado e rigidamente controlado, os Lunarianos desenvolveram uma sociedade que valoriza a ordem, a disciplina e a racionalidade como pilares absolutos de sobrevivência. O individualismo é visto como um risco sistêmico e, por isso, é constantemente suprimido em favor daquilo que chamam de “sobrevivência da espécie”.

 

O Império Lunaterra se enxerga como o legítimo herdeiro da civilização humana, acreditando serem eles os únicos capazes de restabelecer a ordem e a prosperidade do planeta. Seu objetivo é restaurar a glória de uma era passada por meio da união entre pragmatismo militar, racionalidade científica e poder corporativo. O planeta é percebido simultaneamente como um vasto reservatório de recursos e como um “paraíso perdido” que precisa ser reconquistado, reorganizado e moldado segundo seus princípios. As sociedades sobreviventes do planeta e as inteligências artificiais remanescentes são vistas como resquícios de um passado caótico ou fragmentos desordenados que, na ótica lunariana, só podem alcançar estabilidade ao serem integrados ou subjugados pela ordem imperial.

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Ideologia Central
Visão de Mundo
Território

TERRITÓRIO

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O território Lunariano se estende entre dois mundos radicalmente distintos: sua base no satélite natural e o próprio planeta devastado pelo Impacto. Essa divisão impõe desafios logísticos que moldam diretamente a organização, a política e a mentalidade do Império.

Lunária, a base lunar do império Lunaterra funciona como um ambiente totalmente fechado e artificial, onde cada metro cúbico de espaço, cada grama de recurso e cada ciclo de produção são rigorosamente controlados. Setores habitacionais modulares, estufas de subsistência e complexos laboratoriais de alta tecnologia operam sob sistemas de controle climático absoluto, refletindo a obsessão lunariana por previsibilidade, eficiência e estabilidade. A vida em Lunária é sustentada por uma infraestrutura delicada, na qual qualquer falha pode se tornar catastrófica.

No planeta, a presença lunariana se concentra na colônia conhecida como Terra Nexus, a capital imperial. Erguida sobre as ruínas de uma antiga metrópole, Terra Nexus é um bastião fortificado, cercado por muralhas de ligas metálicas, torres automatizadas e uma rede densa de sensores defensivos. Fora dessas muralhas, estendem-se zonas de ocupação habitacional, campos militares, armazéns, fábricas e instalações que são  constantemente ameaçadas pelo bioma selvagem, criaturas, I.As desestabilizadas e comunidades independentes que resistem à presença imperial

A comunicação e o transporte entre o Planeta e o  Satélite  representam um dos maiores gargalos estratégicos do Império. Devido aos altíssimos custos energéticos e à escassez de combustível, as viagens para a colônia lunar ocorrem raramente, em média uma vez por ano, o que torna cada deslocamento um evento crítico, planejado com extrema antecedência e prioridade absoluta. Por outro lado, o envio de recursos e contingente da lua para terra não exige tantos recursos.

Além de Terra Nexus, o Império mantém diversas Cidadelas Industriais espalhadas para além dos limites da capital. Esses postos avançados incluem minas, refinarias, complexos de extração e centros de biotecnologia, todos operando sob regime militar rígido. Essa ocupação fragmentada reflete a própria natureza do Império Lunaterra: uma potência que depende do controle absoluto de poucos pontos estratégicos, sustentada por uma logística frágil, porém compensada por tecnologia avançada, disciplina extrema e uma visão de longo prazo sobre a reconquista do planeta.

Estrutura de Poder e Ordem Social

ESTRUTURA DE PODER E ORDEM SOCIAL

O poder em Lunaterra é organizado de forma estritamente piramidal e funcional, onde o status de cada indivíduo está diretamente ligado à sua utilidade prática para a sobrevivência e expansão do Império. A noção de valor social não se baseia em direitos inatos, mas na indispensabilidade do papel que cada um desempenha dentro da máquina imperial.

A forma de governo é uma tecnocracia estruturada nos chamados Círculos de Serviço. Esses círculos não representam apenas níveis hierárquicos, mas funções específicas e interdependentes que sustentam toda a sociedade lunariana.

  • 1º Círculo - Imperial:  Governantes, estrategistas, famílias fundadoras, altos comandantes do meio militar e científico e pioneiros tecnológicos.

 

  • 2º Círculo - Acadêmico: Trabalhadores especializados, técnicos, instrutores, controladores, logística e pesquisadores.

  

  • 3º Círculo - Fundamental: Trabalhadores manuais, manutenção, operações repetitivas, serviços de campo, vigilância básica, cultivo simples, mineração bruta, transporte, saneamento.

 

  • Os Externos: Os foras da lei que foram destinados à serviços forçados como trabalhos extremos, operações de risco e quaisquer outras coisas nas quais possam dar a esperança de um retorno à civilidade.

No topo da hierarquia encontra-se o Círculo Imperial, também denominado Primeiro Círculo, onde se concentram as autoridades máximas e os dirigentes de cada setor essencial do Império.

Abaixo desse núcleo dirigente, encontra-se o círculo Acadêmico, formado de técnicos especializados que são responsáveis pela gestão direta dos setores vitais do Império, como geração de energia, defesa planetária, logística interplanetária e medicina avançada. Esses círculos detêm enorme influência, pois controlam os sistemas que mantêm Lunaterra funcional tanto na Lua quanto no planeta, ainda que permaneçam subordinados às diretrizes do Círculo Imperial.

O poder dessas figuras emana do controle absoluto sobre a tecnologia de ponta, os recursos essenciais à sobrevivência e o monopólio da informação. Diferentemente de outras sociedades do passado, o prestígio em Lunaterra não é apenas herdado, ele precisa ser constantemente reafirmado por meio de eficiência comprovada, resultados mensuráveis e lealdade irrestrita ao projeto imperial. Falhas recorrentes ou desvios ideológicos podem resultar em rebaixamento, substituição ou eliminação política.

As decisões mais importantes são centralizadas no Círculo Imperial e tomadas com base em cálculos científicos, projeções estatísticas e análises de risco de longo prazo. Questões morais ou culturais raramente entram em consideração quando confrontadas com a necessidade de segurança, expansão ou preservação da espécie humana. Em sua relação com o mundo exterior, Lunaterra adota inicialmente uma postura diplomática pragmática, oferecendo acesso controlado à tecnologia em troca de submissão e cooperação. No entanto, quando enfrenta resistência, o Império não hesita em recorrer a intervenções militares precisas, rápidas e tecnologicamente superiores, tratando a força como uma extensão racional da política

Economia e Recursos

ECONOMIA E RECURSOS

Atualmente, o Império Lunaterra depende quase que inteiramente dos recursos gerados a partir de sua política de exploração e colonização do planeta. Lunária, mesmo com suas estufas e seu avanço científico em botânica e meios de cultivo,  já não é capaz de fornecer, por si só, os recursos necessários para manter a população da base lunar, quem dirá de todo o império. Assim, a recolonização terrestre constitui o eixo central da economia lunariana, sendo tratada como uma operação contínua de extração, produção e controle.

A Terra fornece os recursos considerados vitais para a sobrevivência e crescimento do Império. Biodiversidade, grandes reservas de água, solos férteis e minerais estratégicos são explorados de maneira sistemática, mesmo em regiões ambientalmente hostis. Lunaterra emprega tecnologia avançada para mapear, extrair e processar esses recursos, transformando vastas áreas do planeta em zonas produtivas ou de interesse estratégico.

Territórios sob domínio lunariano são organizados para maximizar rendimento e eficiência, enquanto populações integradas fornecem mão de obra, insumos ou apoio logístico. Não há uma economia de mercado tradicional, Lunaterra funciona sobre a base de um sistema de créditos. 

O sistema de Créditos é um mecanismo acumulativo de pontuação permanente que registra e mensura a contribuição individual ao Império, determinando o nível de acesso a privilégios, tecnologia e oportunidades dentro do próprio Círculo. No lugar do comércio convencional, o Império utiliza do serviço prático como principal instrumento econômico. Essa dinâmica cria relações assimétricas de dependência, garantindo estabilidade produtiva.

Na busca por recursos, unidades de exploração realizam missões contínuas de mapeamento, catalogação de biomas, identificação de fontes de água, minerais e áreas habitáveis. O território é analisado como ativo estratégico em potencial. Nenhuma área é considerada inútil, apenas ainda não otimizada.

Creditos

O sistema de Créditos constitui o principal mecanismo de valorização individual dentro do Império Lunaterra. Diferentemente de uma moeda tradicional, os créditos não são gastos nem transferidos; eles são cumulativos e permanentes. Funcionam como um índice histórico de contribuição, registrando quantitativamente o quanto cada indivíduo já serviu ao projeto imperial.

Cada missão concluída, incursão realizada, território mapeado, posto estabelecido ou trabalho técnico executado gera uma pontuação específica. Quanto maior o risco, a complexidade e o impacto estratégico da ação, maior a quantidade de créditos concedida. O sistema é administrado por protocolos automatizados que cruzam desempenho, eficiência, taxa de sucesso e relevância operacional.

Os créditos funcionam como chave de acesso a privilégios materiais e operacionais. Níveis mais elevados permitem solicitar tecnologia avançada, equipamentos especializados, armamentos de maior precisão, vestimentas adaptativas para ambientes hostis, módulos habitacionais aprimorados e acesso a refeições de maior qualidade nutricional. Em missões de fronteira, créditos elevados podem garantir prioridade na escolha de recursos, equipes e suporte logístico.

Esse modelo favorece naturalmente aqueles que acumulam longos anos de serviço e múltiplas operações bem-sucedidas. Contudo, a progressão permanece limitada ao Círculo de origem do indivíduo. Créditos ampliam autoridade, conforto e acesso dentro da própria categoria funcional, mas não rompem automaticamente as barreiras estruturais da hierarquia imperial.

O Primeiro Círculo não opera sob o sistema de créditos. Seus membros não são avaliados por pontuação, mas por desempenho estratégico, influência e capacidade comprovada de sustentar o Império em escala macroestrutural. A ascensão a esse nível não depende apenas de feitos relevantes, mas de feitos extraordinários como eventos que alteram significativamente o equilíbrio de poder, garantem a sobrevivência do Império em cenários críticos ou expandem de forma decisiva seus domínios.

Os créditos não representam riqueza, mas legado mensurável. Em Lunaterra, o valor de um indivíduo é registrado, calculado e permanentemente visível, e quanto maior sua soma, mais próximo ele está de se provar indispensável.

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Créditos
Cultura e Estilo de Vida

Cultura e Estilo de vida

Tecnologia e a utilização de I.A.s

O cotidiano da população lunariana herdou o regimento orientado à funcionalidade.

Em Lunária, a vida transcorre em um ambiente totalmente artificial, onde clima, alimentação, iluminação e ciclos de descanso são controlados com precisão absoluta. Um sistema que precisa estar funcionando com exatidão para que não haja desperdício de recursos. Em Terra Nexus busca-se reproduzir esse mesmo modelo de ordem, visto como um ideal produtivo, com cidadãos vivendo em módulos habitacionais padronizados, constantemente monitorados por patrulhas e drones automatizados. 

O dia a dia é definido pelo trabalho e pelo cumprimento de funções e serviços atribuídos desde o desenvolvimento humano de acordo com as aptidões individuais e as necessidades do Império.
A utilidade é a única moeda legítima de ascensão social, e a maior honra possível é tornar-se indispensável para a continuidade do projeto imperial. Ordem, disciplina e racionalidade são tratados como virtudes essenciais, enquanto o individualismo é visto como um comportamento perigoso, capaz de comprometer a sobrevivência da espécie humana em um mundo instável e hostil. Embora o Império rejeite o individualismo ideológico, ele estimula iniciativas produtivas dentro de parâmetros controlados. Projetos de exploração de regiões ainda não integradas são divulgados internamente como espaços de possibilidade. Para muitos cidadãos, essas zonas representam a chance de construir algo próprio sob a bandeira imperial, garantir a aquisição de créditos e a chance de ascensão social.
Culturalmente, a sociedade se organiza em torno dos Círculos de Serviço, que vão do Primeiro ao Quarto Círculo e determinam desde o tipo de moradia até o nível de acesso à educação, informação e tecnologia. Essa estrutura define identidades sociais claras e limita drasticamente a mobilidade entre camadas, reforçando a noção de pertencimento funcional.

Tecnologia e a utilizacao de I.A.s

A relação de Lunaterra com a tecnologia e as inteligências artificiais é central para sua identidade. A tecnologia é encarada como o principal instrumento de reconstrução civilizacional e manutenção da ordem. O Império concentra algumas das mentes científicas mais avançadas do mundo e emprega cápsulas de exploração, reatores de alta eficiência e armamentos de ponta em todas as suas operações.

Força Militar e Defesas

Força Militar e Defesas

A defesa do Império Lunaterra está fortemente concentrada em sua capital terrestre, Terra Nexus, que funciona como o principal bastião militar e administrativo do domínio lunariano. A cidade é cercada por muralhas de liga metálica reforçada, monitorada por torres automatizadas, sistemas de sensores e robôs de vigilância permanente. Além da capital, postos estratégicos como refinarias, centros de biotecnologia e complexos de extração operam como cidadelas industriais isoladas, mantidas sob rígido regime militar e protegidas por guarnições de soldados, robôs e possíveis tecnologias de defesa.

 

Suas operações são planejadas de forma cirúrgica, explorando a superioridade tecnológica para alcançar vitórias rápidas, precisas e com margem mínima para falhas. O objetivo do Império não é o extermínio indiscriminado, mas a neutralização completa da oposição, de modo a forçar a integração política, a submissão administrativa ou a formação de alianças sob termos imperiais.

 

O uso de tecnologia e armamentos especiais é central para essa lógica de combate. Lunaterra emprega unidades táticas de elite, treinadas para operar em ambientes extremos, apoiadas por veículos modulares, drones de combate e cápsulas de exploração equipadas com armamento especializado para qualquer tipo de terreno. A força militar é frequentemente mobilizada para limpar territórios considerados instáveis, eliminando ameaças biológicas, máquinas selvagens ou focos de resistência que comprometam a expansão e a segurança imperial.

Arsenal


O arsenal de Lunaterra é composto majoritariamente por armamentos que foram projetados inicialmente para contenção de forças humanas. No entanto, com o prolongamento da presença no planeta e o surgimento de ameaças não previstas, como criaturas mutantes, bestas adaptadas ao novo bioma, robôs e I.As desestabilizadas, o Império passou a desenvolver tecnologias capazes de lidar com diferentes tipos de risco biológico e mecânico. 

 

O acesso ao arsenal completo é rigidamente controlado pelo sistema de créditos imperial, de modo que apenas indivíduos com histórico significativo de serviço podem requisitar armas, armaduras e equipamentos de alto calibre. O arsenal de menor poder destrutivo, fabricação rápida ou custo reduzido são destinados aos operadores com menor pontuação, garantindo que todos possuam meios mínimos de sobrevivência sem comprometer a superioridade tecnológica do Império.


Armamento


O arsenal de armas conta com rifles modulares de alta precisão, armas compactas de combate aproximado, projéteis de fragmentação adaptativa, dispositivos de impacto sônico, mecanismos de interferência eletromagnética, munições especializadas para perfuração de blindagens e ferramentas de contenção desenvolvidas para capturar ou incapacitar organismos. 

 

O desenvolvimento do arsenal prioriza versatilidade, permitindo que um mesmo operador adapte seu equipamento conforme o tipo de missão, ambiente ou ameaça encontrada.


Armaduras

As armaduras seguem uma lógica semelhante de especialização funcional, variando desde vestimentas leves de exploração reforçadas contra abrasão ambiental até estruturas pesadas que operam como exoesqueletos completos, capazes de amplificar força, estabilidade e resistência do usuário. Certos modelos são projetados para suportar impacto balístico intenso, calor extremo ou agentes químicos agressivos, enquanto outros são otimizados para mobilidade, reconhecimento ou combate prolongado contra criaturas de grande porte. Em níveis mais elevados de tecnologia, armaduras incorporam servo-motores, sistemas de estabilização corporal, camadas de absorção de energia e módulos de suporte vital que permitem operar em ambientes altamente hostis.

Tatico

Lunaterra desenvolveu diversas tecnologias de mobilidade e suporte tático que ampliam a capacidade operacional em terrenos irregulares e estruturas verticais. Jetpacks de exploração e combate permitem deslocamento rápido e reposicionamento estratégico, enquanto botas gravitacionais e sistemas de ancoragem magnética garantem estabilidade em superfícies instáveis ou metálicas. Drones de reconhecimento, sensores de bioassinatura, módulos de análise ambiental, dispositivos de comunicação criptografada e equipamentos de suporte automatizado também fazem parte do conjunto tecnológico disponível, assegurando que cada missão possa ser conduzida com o máximo de previsibilidade e controle possível. 

 

O arsenal, portanto, não representa apenas poder destrutivo, mas um ecossistema tecnológico completo projetado para adaptar o ser humano a um mundo imprevisível, priorizando o desenvolvimento tecnológico de forma estratégica para a prosperidade do Império em qualquer cenário operacional.


Veiculos


O setor veicular de Lunaterra segue a mesma lógica funcional que orienta todo o seu arsenal: confiabilidade, robustez e eficiência energética acima de ostentação tecnológica desnecessária.O Império prioriza veículos terrestres duráveis, modulares e de manutenção simplificada, capazes de operar por longos períodos em regiões instáveis, com pouca infraestrutura e sob constante risco ambiental ou biológico.

Lunaterra utiliza veículos voadores com extrema raridade, reservando esse tipo de recurso apenas para operações críticas ou transporte estratégico de alto valor, tornando a mobilidade terrestre o verdadeiro pilar de sua expansão.

Entre os veículos mais comuns estão motocicletas de propulsão vetorial de baixa altitude, projetadas para deslocamento rápido em terrenos irregulares, florestas densas, ruínas urbanas e campos abertos. Essas motos priorizam velocidade, estabilidade giroscópica e baixo consumo energético, permitindo que exploradores realizem reconhecimento rápido, transmissão de dados e retirada emergencial. 


Veículos utilitários de médio porte, similares a jipes militares, formam a base da mobilidade operacional imperial. Esses transportes são altamente resistentes, equipados com suspensão adaptativa, blindagem leve e sistemas modulares que permitem rápida conversão entre funções de transporte de pessoal, carga técnica, reconhecimento ou apoio tático.

Lunaterra emprega caminhões industriais reforçados, utilizados principalmente no transporte de recursos minerais, peças estruturais, módulos habitacionais compactos e equipamentos científicos.
Existem também plataformas especializadas voltadas para exploração científica, equipadas com sensores de radiação, scanners geoquímicos, braços mecânicos de coleta e sistemas de análise ambiental em tempo real. Esses veículos funcionam como laboratórios móveis, permitindo que o Império transforme qualquer território recém-descoberto em uma fonte imediata de dados estratégicos.

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Arsenal
Armamento
Armaduras
Tático
Veículos
Exploração e Colonização

Exploração e Colonização

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Facções Internas

Facções Internas

Lunaterra é um império colonizador e exploratório, sua lógica de atuação funciona com as seguintes etapas:

 

  1. Reconhecimento e mapeamento de território com a Identificação de reservas minerais, aquíferos e biomas utilizáveis

  2. Neutralização de ameaças biológicas ou mecânicas

  3. Estabelecimento de postos avançados

  4. Avaliação e possível integração de comunidades humanas

  5. Recuperação de tecnologia

 

Natureza das Missões Externas

As missões para além de Terra Nexus constituem o eixo operacional da expansão imperial. Cada operação é conduzida segundo protocolos padronizados, definidos pelo Círculo Acadêmico e validados pelo Círculo Imperial. Nenhuma incursão é puramente exploratória; toda saída tem finalidade estratégica mensurável.

Entretanto, além da lógica militar e econômica, existe um vetor científico central que impulsiona essas expedições. Lunaterra abriga uma elite de pesquisadores altamente especializados, muitos formados ainda sob o rigor acadêmico de Lunária, que enxergam o planeta como um campo de estudo inigualável. Para eles, o mundo pós-Impacto não é apenas território a ser controlado, mas um laboratório em escala continental.

A curiosidade científica, contudo, não é desordenada; ela é institucionalizada. Toda coleta de dados, amostra biológica ou sistema tecnológico analisado alimenta bancos centrais de informação, ampliando a base de conhecimento do Império. Descobrir propriedades inéditas de materiais, identificar fontes energéticas alternativas, estudar organismos adaptados e transformar fenômenos imprevisíveis em variáveis calculáveis. As missões externas operam em três camadas simultâneas: expansão territorial, consolidação industrial e avanço científico. 

 

Reconhecimento e mapeamento de território

 

O primeiro estágio de qualquer avanço consiste no reconhecimento sistemático da área-alvo. Equipes de escolta com drones são enviados para coletar dados topográficos, índices de radiação, composição do solo, padrões climáticos e presença de estruturas remanescentes. Equipes de campo confirmam os dados obtidos remotamente, instalando sensores temporários e balizas de georreferenciamento.

O território é transformado em informação. Cada quilômetro mapeado reduz a imprevisibilidade e amplia o controle imperial. Áreas classificadas como viáveis passam a integrar o planejamento logístico para futuras operações.

 

Identificação de reservas minerais, aquíferos e biomas utilizáveis

 

Após o mapeamento inicial, inicia-se a fase de sondagem. Equipamentos de perfuração portátil e scanners geoquímicos analisam o subsolo em busca de minerais estratégicos, metais raros e depósitos energéticos. Simultaneamente, especialistas em bioma avaliam a fertilidade do solo, a presença de água potável e a estabilidade ecológica da região.

Regiões com potencial produtivo são categorizadas conforme prioridade: extração imediata, ocupação futura ou monitoramento contínuo. O objetivo não é apenas extrair, mas transformar o espaço em unidade integrada ao sistema econômico imperial.

 

Neutralização de ameaças biológicas ou mecânicas

 

Antes da consolidação territorial, a área deve ser estabilizada. Criaturas mutantes, predadores de grande porte ou concentrações de radiação são eliminadas ou isoladas. Máquinas selvagens e inteligências artificiais hostis são desativadas, reprogramadas ou destruídas conforme avaliação técnica.

A neutralização segue protocolos cirúrgicos: a força aplicada é proporcional ao risco identificado. O Império evita destruição indiscriminada de recursos potencialmente úteis. O objetivo é controle, não devastação.

 

Estabelecimento de postos avançados

 

Uma vez considerada segura e viável, a região recebe uma infraestrutura inicial. Módulos habitacionais compactos, reatores móveis e torres de comunicação são instalados. Defesas automatizadas garantem perímetro seguro enquanto equipes técnicas expandem a capacidade produtiva.

Esses postos funcionam como embriões de futuras Cidadelas Industriais. Cada um é projetado para operar com autonomia parcial, mas sempre integrado à rede central de Terra Nexus. O crescimento é gradual, orientado por metas de produtividade e estabilidade.

 

Avaliação e possível integração de comunidades humanas

 

Quando comunidades humanas são identificadas, a abordagem inicial é analítica. Observadores registram estrutura social, capacidade produtiva, grau tecnológico e disposição para cooperação.

Se a comunidade demonstra utilidade estratégica, representantes do 2º Círculo conduzem negociações formais. São oferecidos acesso controlado à tecnologia, proteção militar e integração à cadeia produtiva em troca de lealdade e colaboração.

Caso haja resistência ativa que comprometa a segurança imperial, medidas coercitivas são aplicadas de forma rápida e calculada, visando neutralizar a liderança hostil e restabelecer controle operacional.

 

Recuperação de autômatos e I.A.s


Ruínas urbanas, complexos industriais abandonados e instalações pré-Impacto são tratados como reservas estratégicas de sistemas dormentes. O objetivo não é desmontar estruturas para extração de peças, mas identificar tecnologias ainda passíveis de reativação.

Equipes especializadas realizam diagnósticos estruturais em robôs desativados, redes computacionais fragmentadas e inteligências artificiais isoladas. Quando possível, esses sistemas são restaurados ao funcionamento original ou adaptados para operar sob protocolos lunarianos. A prioridade é reaproveitar infraestrutura já existente, reduzindo custo energético e tempo de implantação.

Robôs recuperados podem ser recalibrados para funções domésticas, industriais, sociais  ou militares. Sistemas automatizados são reintegrados à malha de controle imperial. Inteligências artificiais remanescentes passam por auditoria de código, sendo analisadas para uma possível incorporação ou contenção. O processo é seletivo e cuidadoso, onde tecnologias instáveis não são descartadas completamente, mas designadas para estudo.

Apesar de projetar uma imagem de unidade absoluta, Lunaterra abriga correntes internas que interpretam de formas diferentes o caminho da expansão e o papel do Império na reconstrução do mundo. Essas facções refletem tensões ideológicas moldadas pelo contato com ideais externos, novas realidades do planeta e diferentes visões sobre ordem, controle e sobrevivência da civilização humana.

Os Patriotas Lunarianos:

Uma facção conservadora composta por cidadãos que acreditam na superioridade dos descendentes lunares puros. Eles promovem um boicote silencioso contra os Agregados (terráqueos incorporados), tentando impedir que qualquer pessoa que não tenha nascido na Lua ocupe posições de honra ou comando dentro da sociedade.

Dissidentes da Expansão:

Um grupo crescente de lunarianos que, após passarem longos períodos convivendo com os habitantes das Terras Vazias e outras sociedades, começaram a questionar a ética imperial. Eles discutem se o Império é realmente uma força de reconstrução civilizacional ou apenas uma tirania imperial governando um mundo que nunca lhes pertenceu por direito.


Os Rebeldes de Erebos:

Formado por ex-condenados da Missão Erebos que sobreviveram e se recusaram a retornar ao jugo imperial quando as forças militares oficiais chegaram. Eles atuam como líderes comunitários ou mercenários nas Terras Vazias, utilizando sua tecnologia lunariana para resistir ativamente a qualquer tentativa de dominação do Império.

 

Os Agregados e Externos (4º Círculo):

Embora tecnicamente façam parte da estrutura social, funcionam como um subgrupo marginalizado. Composto por prisioneiros, comunidades humanas que aceitaram tratados e demais grupos sob avaliação, eles vivem em áreas instáveis fora das muralhas de Terra Nexus, enfrentando perigos mortais para provar sua utilidade e lealdade na esperança de um dia serem aceitos como cidadãos ingressando no 3º círculo.

 

Os Redimidos:

Diferente dos rebeldes, este subgrupo de ex-condenados viu na chegada do Império uma chance de limpar seu histórico. Eles atuam como espiões, guias e especialistas em biomas para as forças oficiais, operando em uma linha tênue entre a lealdade e a busca por um destino próprio.

Relações Externas

Relações Externas

As relações econômicas externas são conduzidas de forma pragmática e centralizada. Sobreviventes e comunidades independentes que aceitam os termos imperiais são incorporados à cadeia produtiva, recebendo acesso limitado à tecnologia em troca de recursos, trabalho ou serviços estratégicos. Aqueles que recusam a integração são tratados como entidades à margem do sistema econômico lunariano, frequentemente excluídos das rotas de suprimento e da proteção tecnológica que sustenta o domínio imperial.

As principais ameaças enfrentadas pelo Império refletem a instabilidade do mundo pós-Impacto. Criaturas mutantes, surgidas da radiação e de biomas alterados, representam riscos constantes à ocupação territorial. Sociedades humanas hostis resistem à presença lunariana, recusando submissão ou integração. Além disso, autômatos descontrolados e I.A.s desestabilizadas que evoluíram além de sua programação original patrulham ruínas e zonas interditadas, enxergando Lunaterra como uma ameaça direta à sua autonomia e existência, o que mantém o cenário de conflito tecnológico permanentemente ativo.

 

O Império considera as terras além de Terra Nexus como zonas de potencial estratégico. Cada território não mapeado representa oportunidade de crescimento, acesso a recursos e ascensão social para aqueles dispostos a ocupá-lo. A expansão não é vista apenas como necessidade econômica, mas como missão civilizatória.

O Império Lunaterra enxerga Nova Parmena como uma estrutura bárbara, ideologicamente incompatível com seu modelo de organização do império, o que gera conflitos recorrentes quando ambos se encontram nas Terras Vazias. Para além das visões ideológicas, o interesse em comum por algum recurso ou vestígio do mundo pré-Impacto também representa uma fonte recorrente de atrito entre os dois grupos.

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Nova Parmena

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ANTEVAZ

Lunaterra não considera os Antevaz uma ameaça direta, mas reconhece a existência de conflitos ocasionais motivados por suas diferenças filosóficas. O Império interpreta os Antevaz como um povo primitivo que possui acesso a tecnologias avançadas, enxergando sua visão de mundo como incompatível com os princípios de ordem e controle imperial.

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BANGSEUX

Bangseux não é considerada uma aliada de Lunaterra, mas representa um recurso estratégico relevante. Além de troca de mercadorias, alguns bangsulitas aceitam trabalhos pontuais como mercenários ou guias em tropas lunarianas. Postos bangsulitas também possuem conhecimento e mão de obra especializada para reparar artigos tecnológicos, algo raro e útil em missões longe de Terra Nexus.

Conglomerado Sovereign

O Império Lunaterra considera a Sovereign uma ameaça direta. Sem conhecimento sobre os humanos que compõem o Conglomerado, os lunarianos interpretam a organização apenas pela forma como ela se apresenta: uma rede de autômatos organizados, possivelmente controlados por uma I.A. Desestabilizada. Dessa forma, não reconhecem a Sovereign como uma sociedade legítima, mas como um sistema defeituoso que deve ser combatido e eliminado.

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O conhecimento de Lunaterra sobre os Filhos da Maturação é limitado. Os hexadianos permanecem como um povo recluso e distante dos domínios imperiais, mantendo pouco contato com a expansão lunariana. Atualmente, o Império não possui uma posição hostil ou favorável em relação a eles, tratando-os como uma sociedade ainda não avaliada.

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APOSEMATIS

Lunaterra considera os Aposematis uma ameaça biológica a ser eliminada e evitada. O Império interpreta sua existência como uma praga capaz de comprometer a estabilidade do planeta, classificando-os como um risco ambiental que deve ser combatido por meio de contenção e extermínio.

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Solum

Apesar de terem sido criados por cientistas que faziam parte do primeiro grupo que foi enviado a Lunária, os Solums não possuem vínculo direto com o Império Lunaterra. Sua relação com os lunarianos varia de unidade para unidade. E, tal qual qualquer sobrevivente das Terras Vazias, as unidades Solums podem ser integradas à estrutura imperial, ou consideradas ameaças devido à instabilidade de seus ideais. 

Na maioria dos casos, são classificados apenas como máquinas, e podem ser reprogramadas para servir o império ou desmontadas para reaproveitamento de componentes.

Figuras Importantes

Figuras Importantes

Eventos Históricos

Eventos Históricos

O Império Lunaterra teve início com a colonização da Lua e se consolidou após o colapso da Terra, quando a escassez de recursos levou os lunarianos à retomar o planeta por meio de expedições. Entre evacuações silenciosas, missões forçadas, exploração de um planeta estranho e a fundação de Terra Nexus, sua história é marcada por avanços estratégicos e custos ocultos. A lore do império apresenta a cronologia desses eventos e revela como Lunaterra se tornou uma potência, afirmando-se pelas Terras Vazias.

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